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terça-feira, 16 de junho de 2015

Rubricas para avaliação e acompanhamento da aprendizagem utilizando a metodologia de Sala de aula invertida e Aprendizagem baseada em projetos


Rubricas para avaliação e acompanhamento  da aprendizagem  utilizando a metodologia de   Sala de aula invertida e Aprendizagem baseada em projetos.


Recentemente  encontrei  o termo rubrica  em uma publicação  do Blog do Gesvin, pensei, à princípio, que o termo era utilizado por se tratar de uma publicação em Espanhol e desta forma não consegui traduzi-lo. Meu conhecimento sobre a língua espanhola precisa melhorar!!! Compreendi que  se tratava de instrumento para avaliação.  Para ampliar o meu conhecimento sobre a construção de rubricas continuei as  buscas e  encontrei  um post no Blog EduTec: Blog de Palona Chaves, em Português,  que apresenta, além  do significado  do temo rubrica, informações valiosas  para a construção de instrumentos e avaliação tal como  na publicação do Blog do Gesvin onde encontrei  um banco de rubricas. Fiz a tradução  e adaptações  de acordo com a minha compreensão,  e até  já ousei em criar/transformar  critérios de avaliação em  rubrica na disciplina Estágio Supervisionado Integralizador I e para a Residência em Enfermagem em Saúde da Família. 
Considero  a utilização de rubrica um instrumento com  potencial satisfatório em metodologias como aprendizagem baseada em projetos e sala de aula invertida, tendo em vista que  o uso desta  faz com que  fique evidente o que se espera de um aprendiz.
Recomendo a leitura do texto  e visita ao  blog do Gesvin.
Avaliação de competências na escola: instrumentos. indicadores, critérios, conceitos.

Aproveito para compartilhar  o link de rubricas que  traduzi e adaptei




segunda-feira, 8 de junho de 2015

Necessidades de aprendizagem dos docentes



Este ano fui convidada a participar do Núcleo de Apoio Pedagógico da Universidade que trabalho. Uma das funções deste núcleo é oferecer capacitações pedagógicas para os docentes e neste contexto comecei a busca pelo conhecimento sobre Educação para adulto.
Embora não tenha formação, formal, em Pedagogia, minha graduação foi em Enfermagem assim como o mestrado, atuei como professora por sete anos e durante 10 anos estive a frente da coordenação do Curso de Graduação em Enfermagem o que proporcionou, de certa forma, um aprendizado sobre organização curricular, estratégias de ensino, entre outros temas que envolvem o processo ensino aprendizagem. O conhecimento das potencialidades do uso da Web 2.0 vem contribuindo para o meu aperfeiçoamento nesta área.
Nestas buscas é possível encontrar diversas postagens  em sites, blogs e comunidades, que discutem Educação, apontando  a  necessidade  do professor apropriar-se de conhecimentos como:

  • Andragogia;
  • Uso das tecnologias de informação e comunicação - TIC, mediando processo de aprendizagem;
  • Estilos de Aprendizagem;
  • Personal Learning Environments - PLE;
  • Inteligências múltiplas;

Acredito que ter estes conhecimentos podem auxiliar  o professor  no processo de mediação do aprendizado.
Outro fato que chama a atenção é a preocupação com  a aprendizagem e a necessidade que os aprendizes tenham conhecimento do que sabem e o que não sabem, o que vai ao encontro da proposta da Taxonomia de Bloom revisada, na qual inclui a metacognição.
Surge então um questionamento:- Que estratégias podem ser utilizadas para que o aprendiz reconheça as suas necessidades de aprendizagem?
As minhas buscas continuam...


quinta-feira, 28 de maio de 2015

De onde vim para onde vou...

As mudanças  ocorridas  nas  últimas décadas orientadas pelo avanço tecnológico,  facilitando o acesso as  informações e os meios de comunicação  geram inquietações pessoais e profissionais. Primeiro  foi  o computador pessoal - PC, que utilizei por um bom período para a produção de textos,  elaboração  de provas, plano de aula. Considerava uma máquina de escrever com possibilidades de  fazer correções antes da impressão. Depois avancei  mais um pouco sai das transparências para a confecção de apresentações em power point.  Foram  muitas horas  para aprender a confeccionar  apresentações, vale a pena ressaltar  que não utilizava todo o potencial que o Power point tem, e até hoje não aprendi, ainda, a utilizá-lo. Com a facilidade de acesso a  internet avancei mais um pouco, passei a  fazer uso do e-mail para comunicação. Aprendi a usar  o orkut, msn, skype, facebook e ultimamente,  aderi ao WathsApp, ferramenta  fantástica de fácil acesso.  
Com  o tempo tive que aprender a baixar e anexar arquivos potencializados pelos avanços ocorridos na Internet.
 Hoje o acesso a informação é  rápido, qualquer que seja a sua dúvida  é possível encontrar soluções. O Google e a Wikipédia são uns dos melhores aliados para iniciarmos uma busca na internet.    O despertar para o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação - TIC  como mediador da aprendizagem veio da observação do comportamento dos alunos, leitura dos relatórios da Comissão Permanente de Avaliação da instituição que trabalho e buscas realizadas na internet para conhecer mais sobre o assunto. 
O primeiro movimento que  fiz para utilizar um ambiente virtual de aprendizagem para trabalhar uma disciplina que ministrei, observei que os alunos utilizavam, e ainda utilizam, dispositivos móveis muito mais para a comunicação, do que para desfrutar do potencial que estes dispositivos  tem  para mediar o nosso aprendizado. Este, também, descobri recentemente. 
Do uso do Skype, utilizado para orientações de trabalho de conclusão de curso, para a produção de objetos de aprendizagem, é um caminho que percorro atualmente, buscando compreender jargões próprios da área de informática, sigo construindo o meu conhecimento participando de comunidades que publicam  sobre tecnologias e educação, fazendo cursos online oferecidos de forma gratuita ou por vezes pagos, assistindo videos publicados no Youtube, acompanhando publicações via SlideShare, Pinterest e Google plus, e outros que vou conhecendo navegando na internet. 
Outro fato que considero importante nesse caminhar é a participação no grupo de pesquisa, GEPETE, da Escola de Enfermagem da USP São Paulo,  há dois anos, ampliou a minha visão e contribui, também, para ampliar o meu conhecimento sobre as TIC e objetos de aprendizagem.